Pei-Ching Wu: uma das principais marimbistas da Ásia
Considerada uma das melhores instrumentistas da Ásia na arte de tocar a marimba, uma espécie de instrumento de percussão semelhante ao xilofone, Pei-Ching Wu domina a técnca com o uso de seis baquetas, número máximo possível de uso. Vinda de Taiwan da capital Taipei, ela cita seus professores Tzong-Ching Ju e Keiko Abe como principais influências em seu trabalho.
Aluna de música aplicada, desde os dezoito anos é o nome principal do Ju Percussion Group, grupo que tem dado recitais pelo mundo de forma regular. Concluiu o mestrado em Performance em Percussão pela Northen Illinois University em 1.994e o doutorado pela West Virginia University em 2.005.
Pei-Ching Wu utiliza a técnica com 6 baquetas
Depois disso fez sua primeira apresentação solo a frente do Amadinda Percussion Group no Budapest Spring Festival. Seu nome passou a ser requisitado para apresentações em diversos festivais de percussão. Foi indicada ao oitavo Prêmio Taishin Arts com "The Glamorous Match", um dueto de percussão e piano. Em 2.012 voltou a ser indicada pela mesma premiação, dessa vez por seu trabalho "Wonderland".
Pei-Ching Wu também é professora e também leciona. Dá aulas de música em três universidades. Taipei National University Of The Arts, National Taipei University e Shih Chien University. Com o Ju Percussion Group lançou três álbuns. "Moment Of Eternity" de 2.009 , "First Printing" de 2.010 e "Movving On" de 2.011.
December é uma banda escocesa da capital Glasgow que surgiu em dezembro de 2.015. O propósito da banda é merguhar findo nas obras dos artistas que mais infuenciam seus integrantes. Artistas como Maria Mc Kee, The Waterboys, U2 e Bruce Springsteen são os que mais influenciam diretamente, curiosamente por serem artistas carregados de mensagem humanitária.
Formado por Alis ( vocal ), Paul ( guitarra ), Scott ( guitarra ), Grant ( baixo ) e Graeme ( bateria ), fazem um rock com sonoridade mais folk. Desde o começo tem revisitado a obra dos irlandeses do U2, trazendo nova roupagem para velhos clássicos e também fazendo músicas trazendo referências sobre a trajetória e vida pessoal dos quatro músicos da Irlanda.
Abraçando causas humanitárias como seus ídolos
Lançaram em Maio de 2.016 o álbum "I Will Let You Have Your Stay", álbum que é um cartão de visitas 'as suas referências. A proximidade com o U2 aproximou o pessoal do December dos seus ídolos a ponto de serem conidados para os festejos de 40 anos da banda em Dublin. Acabaram envolvidos também na comemoração dos trinta anos do álbum "The Joshua Tree".
Em Julho desse ano o December abraçou pela primeira vez uma causa humanitária. Regravaram a música "Where The Streets Have No Name" do U2 a fim de ajudar refugiados sírios que fugiam dos constantes bombardeios na cidade de Aleppo. O dinheiro arrecadado pelo single é destinado a fundação Syria Refugee Relief Fund.
As meninas da Moranbong Band: uma nova versão da Coréia do Norte
Kim Jong-Un assumiu a presidência da Coréia do Norte no final do ano de 2.011 logo após o falecimento de seu pai Kim Jung II. Embora ainda muito jovem quando assumiu, possuia pouca experiência militar e até então era um desconhecido para a população. Seu governo era uma total incógnita internacional e para a própria Coréia do Norte, mas aos poucos foi tomando a identidade como é conhecida nos dias de hoje.
Assumindo sob vários títulos postos de comando que dão a ele o poder miltar de ter sob controle a classe trabalhadora e as forças armadas. Demonstrou seu poder ao ordenar a execição de parentes seus sob suspeita de "traição" De lá pra cá vem adotando uma política econômica de poucos pareceiros comerciais e um programa armamentista capaz de por em risco a sobrevivência global, não economizando esforços para desenvolver suas armas.
Ao vivo: platéia formada por tropas militares
É lógico que dentro da Coréia do NorteKim Jung-Un deseja ser visto como protetor e confiáavel. Tomou medidas procurando passar uma imagem mais suave do seu País. Reviu comportamentos e ensaiou abertura mais liberal de estilo de vida. Assim nasceu no ano de 2.012 a banda Moranbong Band, uma banda composta só por mulheres. Mais que uma banda feminina, elas representam uma nova Coréia do Norte. A Coréia do Norte dos olhos de Kim Jung-Un.
Se sabe que ele selecionou cuidadosamente cada integrante. Jovens, bonitas, penteados curtos e saias acima do joelho que soubessem cantar, tocar e dançar. Tais requisitos seriam um escândalo nos anos de governo de seu pai mas estavam em jogo a connquista de parcela da classe média e dos jovens em geral que sentiam falta de um espelho musical com quem pudessem se identificar.
Moranbong Band - "With Pride"
Logo receberam o apelido de"Spice Girls da Coréia do Norte". Um certo exagero, uma vez que as meninas do Moranbong Band funcionam como uma orquestra com influências de rock e pop eletrônico. Logo após a criação da banda, as orquestras antigas do governo de Kim Jung II foram desativadas ou deixadas de lado. A banda passou a existir para animar eventos transmitidos ao vivo pela televisão.
A influência ocidental mais presente nas primeiras aapresentaações foi diminundo na medida em que conquistavam o público. Aquele mundo alegre e de possibilidades, aquela Coréia do Norte segundo cantam, um modelo no ensino e na saúde, eram mesmo propaganda. O fervor não deixa que isso transpareça diante de seu público composto de centenas de olhares de oficiais militares.
As meninas do Moranbong Band apresentam suas armas
O que podia ser uma abertura, mesmo que fosse uma abertura musical para jovens sentirem-se estimulados a criar um cenário musical na verdade funciona como um veículo de propagação dos valores de Kim Jung-Un. Tudo é criado, tudo é composto a fim de exaltar apenas um nome. Com cereza as Spice Girls não pensam desse jeito.
As integrantes do Moranbong Band são boas instrumentistas. Instruídas a tocar temas militares, exaltam a força do poder bélico que o País ostenta, o investimento na tecnologia nuclear, o orgulho de ser capaz de fabricar sempre um novo e mais letal míssil e tudo com o singelo sorriso de quem acredita estar sob a proteção fraternal de um líder que ama e é amado por seu povo. Será?
Nicolas Maduro: uso indevido de um Hit para fins políticos
"Despacito" é aquela clássica música "chiclete" que fixa na cabeça de todo mundo. Sem dúvida, a canção de maior sucesso mundial esse ano. Lançada pela dupla de porto-riquenhos Luis Fonsi e Daddy Yankee, a música já tem o recorde de maior número de reproduções pela internet e um dos vídeos mais vistos pelo canal Youtube.
Como se não bastasse, inúmeros artistas de música Pop a regravaram, famosos ou não, certos de embarcarem numa onda de sucesso fácil. "Despacito" ganhou um capítulo mais sério dessa vez vindo nada mais nada menos por parte do presidente da VenezuelaNicolas Maduro também embarcando na onda da música para tirar seu proveito.
Correligionários de Maduro dançam ao som de "Despacito"
Nicolas Maduro aproveitou da data de 23 de Julho para promover a campanha da eleição da Constituinte apropriando-se de "Despacito" como jingle para a eleição. A votaçãao é vista e tida como manobra para o presidente se perpetuar no poder. Os autores da música reagiram contrariados rejeitando e desautorizando o uso indevido da canção pelo presidente para fins políticos.
O presidente por sinal se sentiu perseguido. Conduzindo um regime que se mostra autoritário reprrendendo e sufocando direitos, se vê cada vez mais isolado em relação a política externa. Recentemente a Venezuela foi suspensa do bloco econômico do Mercosul e enfrenta retaliação norte-americana, inclusive sob ameaça de intervenção militar. "Despacito" pode ser boa pra uns e ruim pra outros, mas é uma música alegre. E razões pra se alegrar é o que mais necessita no momento o sofrido povo venezuelano.
O "Jingle" governamental para "Despacito"
Charge publicada em resposta ao "Despacito" de Maduro
Kevin Kilgore poderia ser apenas mais um músico competente se não tivesse uma técnica aprimorada que o tenha feito um virtuoso guitarrista. O músico nascido em Ohio em 1.966, mas vivido e crescido na capital da música Country em Nashville veio de uma familia onde a música era presente com avós músicos, cuja trajetória consolidada, valeu importantes prêmios.
Um caso de talento passado de geração a geração, a princípio tocava violino e banjo A música Gospel teve bastante importância em sua educação musical. Suas primeiras apresentações em bares ao lado dos parentes já mostravam seu potencial. Kevin Kilgore apesar de ter aprendido realmente a tocar aos 12 anos desde antes vinha aprimorando sua estilo de tocar.
A forma com que toca sua música passa a impressão de ser tocada por três ou quatro pessoas. Outro talento que possui é como produtor. Possui sua própria gravadora independente e costuma ser bem procurado para produzir. Embora seja visto como artista influenciado por rock ele o faz quando aborda temas clássicos.
Suas influências diretas são membros de sua própria família como Merle Kilgore e Dudley Kilgore. Nomes como Tommy Emmanuel, Chet Atkins e Rik Emmet Triumph também são apontados pelo músico como referências importantes em seu trabalho.Seu trabalho que por sinal sai do óbvio e do que se espera ouvir em Nashville e região.
Jazz Fabbry é o nome da banda que acompanha o pianista italiano Fabrizio Sapggiari. O músico nascido na cidade de Reggio Nel Emilia no Estado de Emilia-Romagna tem formação em piano clássico. Com apenas 17 anos formou-se no Conservatório Nicolini de Placenza. Formado também em línguas estrangeiras, tornou-se professor de inglês e dava aulas de música em escolas públicas.
Fabrizio Spaggiari mostrou logo talento para compor. Desde 2.014 como pianista da gravdora Blue Armonia Records, lançou o primeiro de seus três álbuns em 2.015 chamado "The Moon And I". As influências do Jazz e do Blues são nítidas em suas composições e em seu álbum de 2.016 "The Piano Meets Anime Of The 70 And 80's" revela outro talento. A de fazer covers.
Não por acaso depois disso passou a tocar temas que iam de filmes, desenhos a programas de televisão. A forma com que fez tornou Fabrizzio Spaggiari um músico Pop a essa altura dentro e fora da Europa. Graças a divulgação do seu trabalho nas plataformas digitais hoje usufrui de ter seu próprio canal no Youtube.
Ali em vídeos comenta sua paixão pelo piano, Beethoven, Queen e claro, Jazz. Seu último trabalho foi lançado esse ano. "Jazzy Rock" mostra o quanto a música Pop e o Rock se fazem presentes em sua obra. Covers de bandas como Aerosmith, Gun's And Roses e Bon Jovi em seu trabalho recente explicam porque ele é um dos pianistas mais apreciados pelo mundo no momento.
Art Project Bora: dança, música e arte sul-coreana
Art Project Bora é uma companhia de dança da Coréia do Sul. Fundada em 2.015 pelo coreógrafo e dançarino Bora Kim, o Art Project Bora vai bastante além de um espetáculo de dança ao unir música, moda e cinema. Esses elementos são incorporados de forma a expressar uma linguagem moderna não esquecendo a cultura milenar sul-coreana.
Os espetáculos são dirigidos pela produtora Mijin Lee. Em apenas dois anos, a companhia tem ganho os palcos do mundo, principalmente entre os países da EuropaÁsia e América Latina. Seu perfil especificamente experimental visa romper conceitos. Bora Kim tem se mostrado visionário, mostrando ser mais que um premiado dançarino dentro e fora da Coréia do Sul.
Art Project Bora e o espetáculo "Gaksi"
Seu primeiro espetáculo foi "Frankestein"de uma hora de duração.e apresentado por cinco dançarinos. Os espetáculos que se sucederam como "I'm Not There" e "Thank You" tem duração menor em média de trinta a cinquenta minutos. Os espetáculos mais recentes são Gaksie Tail Language ambas de 2.016.
TantoGaksiquanto Tail Languageforam apresentadas recentemente no Brasil. Gaksi é um retrato de como é uma mulher ser noiva nos dias de hoje na Coréia, enquanto Tail Language aborda questões sobre a linguagem corporal. Durante a recente passagem pela América Latina, outro espetáculo "Somoo" foi apresentado no Uruguai.